quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Entrando numa fria: jornalista passa mal durante entrevista

Uma vez me disseram que quem faz jornalismo, deve fazer simplesmente por amor. Quando vi esse caso, o pensamento se confirmou.




A repórter Brooke Graham da KUTV, uma afiliada CBS em Utah, nos Estados Unidos, passou mal durante uma entrevista devido às baixas temperaturas. O inusitado é que a jornalista desmaiou, e assim que retomou os sentidos, continuou como se nada tivesse acontecido.
O vídeo foi postado pela própria emissora, a qual esclareceu que teve a permissão da repórter para isso.

No blog que possui juntamente com sua irmã, Brooke disse que foi uma experiência "muito louca", e que deu muitas risadas assistindo ao vídeo.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Jornalista se disfarça de padre e tenta invadir quarto de Schumacher

O ano mal começou e nossos colegas jornalistas já começaram a aprontar mundo a fora. Na briga pela exclusividade, olha só o que aconteceu:

Jornalistas se reúnem em coletiva de imprensa no hospital de Grenoble, onde Schumacher segue internado

Um jornalista se vestiu de padre para tentar acessar o quarto onde Michael Schumacher está internado em coma induzido em um hospital na França. O repórter, no entanto, foi descoberto e expulso do local e motivou a equipe médica a dar uma bronca nos profissionais de imprensa que foram à conferência na manhã desta terça-feira. As informações são do jornal inglês The Guardian.

“Aparentemente um jornalista vestido de padre tentou entrar no quarto do Michael. Eu nunca sequer imaginei que algo assim poderia acontecer”, reclamou Sabine Kehm, porta-voz da família Schumacher, em entrevista à emissora alemã Die Welt.    

A atitude do intruso levou a equipe médica do Centro Hospitalar Universitário de Grenoble a fazer um pedido aos jornalistas na manhã desta terça, quando os especialistas reuniram a imprensa para dar novas informações sobre o estado clínico de Schumacher.

“Em nome da Corinna (mulher de Schumacher), gostaria de pedir para vocês (jornalistas) não nos pressionarem. Nem a nós, nem à família. A melhor maneira de vocês ajudarem o Schumacher a vencer esta difícil batalha é deixar os médicos em paz. Não estamos escondendo nada”, disse o medico Gérard Saillant.


quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Jornalista sofre no São Paulo Fashion Week

Pra mostrar que o Jornalista Sofre não é um blog razinza e que só vê o lado ruim das coisas, nós aproveitamos a semana do São Paulo Fashion Week e entramos na passarela da moda pra mostrar que jornalista também tem estilo até quando está trabalhando!
Nós não estamos na passarela, não temos corpo de modelo, não chegamos ao patamar de celebridades, e muitas vezes não ganhamos sequer um convite para se assentar entre os grandes nomes da moda, mas por trás de todo o glamour, pulsa uma veia fashionista que quer se mostrar ao mundo e chamar a sua atenção!
Vamos aos fatos!

Celeiro de gente bonita, e que sempre tem prioridade nas entrevistas, uma repórter da Rede Globo foi esperta e colocou uma fita crepe no vestido para que ele não levantasse durante a gravação. #Ficaadica

Essa outra repórter, da MiamiTV, ao contrário da colega brasileira ai de cima, foi mais ousada, aliás, bem ousada, e quis chamar a atenção para si. Marmanjos, em que você prestou atenção, na entrevista ou na blusa transparente da moça?

Sinceramente, eu tenho pena dos colegas que aparecem de terno e gravata sob um sol de 30 graus na praia. Essa mexicanana não tava nem aí e colocou seu biquíni rosa! #taserto #sqn

Que isso, Carlinha, que isso? O problema aqui não foram os cachos, mas sim a mudança brusca. O fato é que acabou a luz no camarim, e a apresentadora resolveu assumir os cachos. Quem não se lembra dos polêmicos cabelos de Carlinha?

E você, jornalista, qual seu estilo? Mostra pra gente! Envie sua foto e sua história pra jornalistasofre@gmail.com e apareça aqui!


sábado, 14 de setembro de 2013

100 livros para inspirar o jornalismo


O jornalista Leonardo Sakamoto respondeu a pergunta de uma leitora, que questionava se ela deveria ou não cursar jornalismo.
Em sua resposta, ele disse que poderia indicar uma centena de livros para que ela refletisse.
Como promessa é dívida, eis que a listinha chegou!
Reproduzimos abaixo a lista com 100 literaturas para ajudar a inspirar.
Boa leitura!


1)  1984, de George Orwell
2)  A Alma Encantadora das Ruas, de João do Rio
3)  A Ascensão e Queda do Terceiro Reich, de William L. Shirer
4)  A Jangada de Pedra, de José Saramago
5)  A Luta, de Norman Mailer
6)  A Mulher do Próximo, de Gay Talese
7)  A Noite dos Proletários, de Jacques Rancière
8)  A Primeira Vítima, de Phillip Knightley
9)  A Rosa do Povo, de Carlos Drummond de Andrade
10)  A Sangue Frio, de Truman Capote
11)  Abusado: o Dono do Morro Santa Marta, de Caco Barcellos
12)  Abutre, de Gil Scott-Heron
13)  Aí pelas Três da Tarde, conto de Raduan Nassar no livro Menina a Caminho
14)  Ao Vivo do Corredor da Morte, de Mumia Abu-Jamal
15)  As Ilusões Perdidas, de Balzac
16)  As Origens do Totalitarismo, de Hannah Arendt
17)  Bombaim, Cidade Máxima, de Suketu Mehta
18)  Cabeça de Turco, de Günter Wallraff
19)  Caixa Preta, de Ivan Sant’anna
20)  Capão Pecado, de Ferréz
21)  Clarice na Cabeceira, de Clarice Lispector (org. Aparecida Maria Nunes)
22)  Coração das Trevas, Joseph Conrad
23)  Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski
24)  De Pernas pro Ar, Eduardo Galeano
25)  Dedo-Duro, de João Antonio
26)  Devassos no Paraíso, de João Silvério Trevisan
27)  Dez dias que abalaram o mundo, de John Reed
28)  Dom Casmurro, de Machado de Assis
29)  Ébano: minha vida na África, de Ryszard Kapuscinski
30)  Elogiemos os homens ilustres, de James Agee e Walker Evans
31)  Entre os vândalos, de Bill Bufford
32)  Entrevista: o diálogo possível, de Cremilda Medina
33)  Fábrica de mentiras, de Günter Walraff
34)  Fama e Anonimato, de Gay Talese
35)  Gomorra, de Roberto Saviano
36)  Gostaríamos de informá-lo de que amanhã seremos mortos com nossas famílias: Histórias de Ruanda, de Philip Gourevitch
37)  Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa
38)  Hiroshima, de John Hersey
39)  Jornalistas e Revolucionários, de Bernardo Kucinski
40)  K., de Bernardo Kucinski
41)  Ligeiramente Fora de Foco, de Robert Capa
42)  Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa
43)  Malagueta, Perus e Bacanaço & Malhação do Judas Carioca, de João Antônio
44)  Maus, de Art Spiegelman
45)  Medo e Delírio em Las Vegas, de Hunter S. Thompson
46)  Minha razão de viver, de Samuel Wainer
47)  Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto
48)  Muito longe de casa, de Ishmael Beah
49)  Na natureza selvagem, de Jon Krakauer
50)  Na Pior em Paris e Londres, George Orwell
51)  Nada de novo no front, de Erich Maria Remarque
52)  No Logo, de Naomi Klein
53)  Notícias de um Sequestro, de Gabriel García Marquez
54)  Notícias do Planalto, de Mário Sérgio Conti
55)  O Ano I da Revolução Russa, de Victor Serge
56)  O Brasil Privatizado, de Aloysio Biondi
57)  O Estado de Exceção, de Giorgio Agamben
58)  O Guia dos Curiosos, de Marcelo Duarte
59)  O Inverno da Guerra, de Joel Silveira
60)  O jornalista e o assassino, de Janet Malcolm
61)  O livro das vidas: obituários do New York Times, de Matinas Sukuzi Jr. (org.)
62)  O Mundo Assombrado pelos Demônios, de Carl Sagan
63)  O Processo, de Franz Kafka
64)   O Quinze, de Rachel de Queiroz
65)  O Reino e o Poder, de Gay Talese
66)  O Segredo de Joe Gould, de Joseph Mitchell
67)  O Tesouro de Sierra Madre, de B. Traven
68)  O teste do ácido do refresco elétrico, de Tom Wolfe
69)  Olga, de Fernando Morais
70)  On the Road, de Jack Kerouac
71)  Operação Massacre, de Rodolfo Walsh
72)  Os mandarins, de Simone de Beauvoir
73)  Os novos cães de guarda, de Serge Halimi
74)  Os Sertões, de Euclides da Cunha
75)  Os Testamentos Traídos, de Milan Kundera
76)  Os últimos soldados da guerra fria, de Fernando Morais
77)  Pela bandeira do paraíso, de Jon Krakauer
78)  Perdoa-me por me traíres, de Nelson Rodrigues
79)  Planeta Favela, de Mike Davis
80)  Por quem os sinos dobram, de Eernest Hemingway
81)  Procedimento Operacional Padrão, de Errol Morris e Philip Gurevitch
82)  Radical Chic e o novo jornalismo, de Tom Wolf
83)  Rota 66, de Caco Barcellos
84)  Sagarana, de Guimarães Rosa
85)  Sapato Florido, de Mario Quintana
86)  Shaking the Foundations: 200 Years of Investigative Journalism in America, de Bruce Shapiro
87)  Showrnalismo: a notícia como espetáculo, de José Arbex Jr.
88)  Sidarta, de Hermann Hesse
89)  Sobre a televisão, de Pierre Bourdieu
90)  Sobre Ética e Imprensa, de Eugênio Bucci
91)  Terra Sonâmbula, de Mia Couto
92)  The Black Hole of Empire, de Partha Chatterjee
93)  The Onion Field, de Joseph Wambaugh
94)  Toda Mafalda, de Quino
95)  Todos os Homens do Presidente, de Carl Bernstein e Bob Woodward
96)  Tudo o que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade, de Marshall Berman
97)  Uma história de Sarajevo, de Joe Sacco
98)  Vidas Secas, de Graciliano Ramos
99)  Vigiar e Punir, de Michel Foucault
100) Viver para Contar, de Gabriel García Marquez

Fonte: http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/09/14/100-livros-para-inspirar-o-jornalismo/

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Barrados no baile

Por Deisy Cabral


Quem nunca teve vontade de dizer Você sabe com quem está falando?
Desde que o mundo é mundo, ouvimos histórias sobre a famosa carteirada, aquele ato em que uma pessoa usa do status, cargo, ou influência para obter vantagem em alguma situação. Eu classifico essas pessoas como espertinhas, que abusam do seu suposto podersinho pra mostrar ao resto da humanidade que são diferenciados.
Essa semana uma bloguete tentou dar uma carteirada na balada, não deu muito certo!
Inconformada com a situação resolveu xingar muito no facebook.
Pronto, não deu outra e ela acabou virando meme nas redes sociais.
Bom senso é a palavra chave, mas isso levanta outra questão: os blogs de moda acabaram ganhando grande espaço e notoriedade nos últimos anos.
As blogueiras acabaram se tornado celebridades requisitadas em festas e eventos do setor, e se tornaram as novas formadoras de opinião. O que elas dizem, vestem, lugares que frequentam acabam se tornando referência para muitos que leem e as seguem suas redes sociais.
No caso, bloguete da Capricho, ela se esqueceu que ser famosa na internet é uma coisa, na vida real é outra.
A culpa, óbvio, não é dela é sim das empresas que, assim como pais superprotetores, mimaram e estragaram a criança. Ela se achou no direito de bular as regras de educação básicas, como respeitar filas e afins.
Elas acabaram entrando no jogo de marketing de muitas marcas e recebendo tratamento VIP. O que vemos agora é uma supergeração de blogueiras de moda com superegos.
Muitas delas acabaram confundindo o compromisso inicial de informar e expor a sua opinião sincera, por opiniões positivamente forçadas para agradar e estar entre as queridinhas de algumas marcas.


terça-feira, 2 de abril de 2013

1º Curso Estado de Jornalismo Esportivo

Alô, estudantes de jornalismo!
Você que está em SP ou em um dos estados que vai sediar a Copa das Confederações, fica de olho nessa!



Começam neste sábado as inscrições para o 1º Curso Estado de Jornalismo Esportivo. Criado para complementar a formação dos universitários e prepará-los para cobrir os grandes eventos que o País vai receber nos próximos anos, o programa gratuito ocorre de 14 a 21 de maio, em São Paulo, com a participação de 24 jovens. O processo seletivo é online, na página www.estadao.com.br/focas. Podem se candidatar alunos de faculdades de jornalismo de São Paulo e universitários dos Estados onde vão ocorrer os jogos da Copa das Confederações (RJ, MG, DF, CE, BA e PE).

No currículo do curso, realizado em período integral, estão palestras e aulas com alguns dos principais nomes do jornalismo esportivo, entrevistas coletivas com atletas e esportistas e atividades complementares na redação do Grupo Estado
Os alunos com melhor avaliação durante o curso serão convidados a integrar a Seleção Universitária Estadão, responsável pela cobertura colaborativa da Copa das Confederações dentro do portal do Estadão. Os jovens repórteres trabalharão em suas cidades, orientados por editores que estarão em São Paulo, entre junho e julho, de acordo com a data dos jogos em cada sede. 
As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de abril. Para que o processo seja iniciado, será preciso entrar na página dos Focas do Estadão, que redireciona o interessado para o ambiente específico para a seleção. Será preciso fazer cadastro e subir o currículo. Depois, os candidatos passarão por testes online de conhecimento esportivo, português e inglês. Eles vão, ainda, justificar o interesse pelo curso e escrever um texto de 1.500 caracteres sobre uma partida de futebol a que tenham assistido recentemente. O resultado da seleção sai no dia 30 de abril. Acompanhe mais novidades em nossa página no Facebook (CursosEstadodeJornalismo).

Fonte: Estadão.